1. Luiz Felipe Scolari has resigned as manager of Brazil, the president of the country’s football confederation has said, after the hosts suffered two of their worst defeats in World Cup history.

    Scolari’s men were favourites to win the tournament but were demolished 7-1 in the semi-finals by eventual champions Germany.

    To compound their misery, they lost the third-place playoff 3-0 against the Netherlands.

    Jose Maria Marin, president of the Confederacao Brasileira de Futebol (CBF), confirmed Scolari’s much expected departure in a statement and thanked the experienced coach for helping “rescue the Brazil team’s self-esteem”.

    "Scolari and all his backroom staff deserve our respect and thanks," Marin said in a short statement published on the CBF’s website on Monday.

    "They were responsible for returning to the Brazilian people a love for the national side, even if they did not achieve our highest aim."

    Scolari, who led Brazil to the last of their record five World Cups in 2002, took over the post for a second time in November 2012 and lost just five of his 29 games in charge.

    Popular manager

    Scolari led Brazil to the Confederations Cup last year with a memorable 3-0 defeat of then world champions Spain in the final.

    He was hugely popular in Brazil for his gruff charm and also with the players, many of whom looked up to him as a father figure.

    There was very little opposition to his squad selection, a rarity in Brazil, which is famously known as the “nation of 200 million coaches”.

    Marin did not say who might take over but said a news conference will be held on Thursday.

    One Brazilian sports channel reported Alexandre Gallo, the coach of the Brazil under-20 side, would take over until the end of the year.

    Among the other names mentioned are Tite, who led Corinthians to the Libertadores Cup and Club World Cup in 2012,
    and Muricy Ramalho, the current coach of Sao Paulo.

    Brazil have four friendlies planned in September and October against Ecuador, Colombia, Argentina and Turkey. Their next competitive fixtures will be in next year’s Copa America in Chile.

    Foreign manager touted

    However, there are also calls for a foreign manager to be appointed for the first time in Brazil’s history.

    The CBF has always resisted that idea, with reports they refused to even talk with Spaniard Pep Guardiola before he joined Bayern Munich.

    "Whoever the new man is, he should live in Europe so he can follow our principal players from close up," Carlos Alberto
    Torres, the captain of the legendary 1970 side, tweeted on Monday.

    Others believe the malaise goes much deeper than the coach and want reforms of the CBF.

    The organisation voted to elect a new president in April - Marco Polo Del Nero was the only candidate - but he will not
    take over from 82-year-old Marin until next year.

    That early election was a strategic decision made to protect them from any possible problems in the 2014 World Cup, said Common Sense FC, a group of more than 1,000 professionals who are pressing for reforms within the game.

    "The dispute for the presidency is incontestable proof that the concepts of elections and democracy are not necessarily
    members of the same family,” the group said in a statement released Monday morning.

    "Brazilian football - despite the sad end to the 2014 World Cup - will remain in the hands of the men who brought us here."

     





  2. Seleção da Alemanha surpreendeu pela forma como cativou o público brasileiro, mesmo antes e após os célebres 7-1 ao Brasil.
    Além de campeões do Mundial 2014 de futebol, os jogadores alemães conquistaram no Brasil outro título, a da seleção mais carismática, que conseguiu conquistar os anfitriões com respeito e carinho à cultural local, ganhando a simpatia de todos.
    Hospedados em uma pequena vila em Santa Cruz de Cabrália, no litoral sul da Baía, os jogadores alemães aliaram privacidade a belas praias e souberam aproveitar o belo cenário, sem deixar de atender aos pedidos dos fãs que conseguiram aproximar-se.
    Vestiram camisolas de equipas locais, autografaram tantas outras e posaram para todas as fotos solicitadas.
    Já nos primeiros dias, os germânicos receberam a visita de cerca de 20 indígenas da tribo Pataxó. Na altura, o avançado Thomar Müller foi um dos mais animados, tendo sido retratado com um chocalho nas mãos, “ajudando” a entoar o cântico típico pataxó.
    As imagens foram incluídas no vídeo oficial da seleção alemã, no qual se pode notar o quanto, além de jogar bom futebol, os jogadores comandados pelo técnico Joachim Low também conseguiram divertir-se durante o mês que passaram no Brasil.
    Ao contrário do que se possa imaginar, após a goleada por 7-1 sobre o país anfitrião, respeito daqueles que viriam a ser os campeões só aumentou.
    No dia posterior à derrota fatídica, a Federação de Futebol Alemã (DFB) emitiu uma nota oficial, em português, solidarizando-se com a seleção canarinho.
    O mesmo foi feito espontaneamente por alguns dos futebolistas germânicos, entre eles Mesut Özil e Lukas Poldoski.
    “Respeito a ‘amarelinha’ com sua história e tradição. O mundo do futebol deve muito ao futebol brasileiro que é e sempre será o país do futebol”, postou Podolski, embora não tenha jogado contra o Brasil.
    Após o comentário, muito bem recebido, o germano-polaco continuou a postar mensagens em português, com a ajuda de um amigo, e a ganhar cada vez mais seguidores na rede social twitter.
    O futebolista mais querido desse Mundial atingiu o ápice de popularidade na internet quando assumiu, a certa altura, que já estava tão adaptado à cultura brasileira que havia começado a assistir a telenovelas - o comentário foi seguido das hashtags “noveleiro” e “coraçãoverdeeamarelo”.
    A partir daí, os brasileiros inundaram as redes com posts bem humoradas que sugeriram que Poldoski, de tão brasileiro, já havia adquirido uma série de hábitos típicos dos nativos.
    “Poldoski tão brasileiro que já tá chamando tudo que é branquelo de alemão”, “Podolski tão brasileiro que não sabe mais se escreve Podolski ou Poldoski”, ou ainda, “Podolski tão brasileiro que já tá falando ‘entra, mas não repara a bagunça’”, entre centenas de outros.
    Tudo isso fez com que os adeptos brasileiros, mesmo após a derrota humilhante, decidissem apoiar hoje aos seus próprios carrascos, publicando diversas mensagens de apoio também pelas redes sociais.
    “Só o Poldi para me fazer torcer para um time [equipa] rubro-negra e que ainda deu uma surra no Brasil”, afirmou pelo twitter a usuária “Emille”, fazendo referência ao grupo brasileiro Flamengo cuja camisola é praticamente idêntica ao segundo uniforme alemão.
    “Tamo junto, poldi, @Maracanã”, postou outra brasileira, em apoio à seleção alemã, isso não não mencionar um número de posts que sugeriam que o reserva deveria naturalizar-se brasileiro ou jogar para o Flamengo.
    Embora muitos brasileiros tenham também decidido apoiar a Argentina, ou simplesmente optaram por não escolher um favorito, logo após o golo alemão, feito já ao final do segundo tempo do prolongamento, era possível ouvir no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, o grito, em coro, “vice-campeã”, em perfeito português, como uma provocação aos argentinos.
    Na noite de sábado, véspera da final, o Cristo Redentor, ponto turístico do Rio de Janeiro, mundialmente conhecido, foi iluminado com as cores da bandeira alemã, após uma votação pelo Twitter.

     





  3. Selecionador da Alemanha recorda que o futebol germânico foi alvo de uma reestruturação que visava, a médio prazo, regressar às grandes conquistas. “E foi feita justiça.”
    O selecionador Joachim Löw considerou que o título mundial da Alemanha se deve ao trabalho realizado durante dez anos e que, finalmente, foi feita justiça com futebolistas que já mereciam uma grande conquista.
    “Já estamos juntos há 55 dias. Começámos este projeto há 10 anos. Este é o resultado de muitos anos de trabalho. O nosso segredo foi termos progredido sempre, apesar de não termos conseguido este título antes. Trabalhámos muito e se há equipa que merece este Mundial são estes jogadores”, começou por dizer o técnico alemão.
    Löw assumiu que a sua seleção ficou triste “duas ou três vezes” nos últimos dez anos, porque, nas competições anteriores, demonstrou uma qualidade que não se viu refletida em qualquer título.
    “Só os vencedores perduram. Estamos muito felizes porque mostrámos o melhor futebol. Temos uma capacidade técnica muito boa e todos tempos a ambição de realizar os nossos sonhos. Somos a primeira equipa da europa a conseguir um título na América, no Brasil, no país do futebol”, destacou.
    O selecionador apontou vários fatores como essenciais no caminho triunfal da Mannschaft, mas sublinhou que o estudo de jogadas ensaiadas de outras seleções e o ensaio de jogadas próprias foi uma estratégia recompensada, considerando mesmo que esse foi o “segredo” para a vitória, num encontro em que “houve oportunidades para as duas equipas”, mas no qual a Alemanha foi superior, ao ter mais posse de bola e ao estar mais decidida no prolongamento.
    A preparação física e mental de todos os 23 elementos foi, de acordo com Löw, outra das opções fundamentais para o quarto título mundial.
    “Sabíamos que não íamos ter só 11 jogadores, que precisávamos de, pelo menos, 14. Todos tinham de estar preparados. Com estas condições de temperatura, não é certo que um jogador consiga jogar 90 minutos. Notou-se hoje na Argentina, que não estava tao fresca no prolongamento”, salientou.
    Essa preparação terá sido fundamental para o papel de Mario Götze, marcador do único golo, no encontro de hoje.
    “O Götze é maravilhoso. Tem uma capacidade técnica incrível, pode jogar em qualquer posição. Sei que ele consegue resolver um jogo e foi o que aconteceu hoje. Disse-lhe para mostrar que ele era melhor que o Messi e para resolver o Mundial”, contou
    Para Löw, o tetra vai “impulsionar o futebol alemão”, uma fonte inesgotável de “jogadores muito jovens, com margem de progressão”.
    “Não acho que vamos cair em nenhum tipo de depressão [após o triunfo]. Fica claro que com toda a emoção, com toda a pressão, é difícil perceber o que está a acontecer. Quando passar a euforia, aí pode haver uma quebra emocional. Mas esta alegria é uma alegria que vamos sentir para sempre”, disse, revelando que, antes da final do Mundial2014, pediu aos seus jogadores para darem “mais do que alguma vez tinham dado no passado, porque queriam alcançar algo que nunca tinham alcançado”.
    O técnico alemão teve ainda palavras de agradecimento para os brasileiros, admitindo até que um dos pontos altos da sua carreira aconteceu depois do 7-1 ao Brasil, na meia-final, quando, no caminho para o aeroporto, a seleção alemã foi aplaudida por milhares de pessoas na berma da estrada.
    “Disse aos meus jogadores: estamos a ir para outro continente, estamos a representar 80 milhões de alemães, temos de mostrar alegria. Queria que as pessoas sentissem que estávamos a gostar de viver este momento”, concluiu.

     





  4. A Presidente brasileira, Dilma Rousseff, foi vaiada este domingo durante a entrega da taça à selação da Alemanha, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, na final do Mundial de Futebol, noticiaram os media brasileiros.
    A euforia dos adeptos alemães acabaria, porém, por abafar as ofensas dirigidas das bancadas à chefe do Estado do Brasil.
    Não muito longe dela, também a cumprimentar os jogadores, estava a chanceler alemã, Angela Merkel, que viu o jogo ao lado da líder brasileira, conforme mostraram as fotografias divulgadas pela agência Reuters.
    Também o presidente da FIFA, Joseph Blatter, estava presente. E outros líderes mundiais, como por exemplo o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, assistiram igualmente à final entre a Alemanha e a Argentina, o qual terminou em vitória para a primeira com uma vantagem de uma bola a zero.
    Apesar de não se ter mostrado intimidada pelos insultos, Dilma, sucessora de Lula da Silva na presidência do Brasil, saída do Partido dos Trabalhadores, já tinha sido vaiada o ano passado na abertura da Copa das Confederações, quando discursou no estádio Mané Garrincha em Brasília.
    Os protestos têm sido uma constante, antes e durante o Mundial, evidenciando a revolta que existe nalguns setores da sociedade pelo facto de, num país como o Brasil, onda ainda há pobreza, se ter gasto tanto dinheiro na organização de um evento futebolístico internacional desta envergadura.

     




  5.  




  6. mats hummels + world cup trophy

     




  7. Germany 1-0 Argentina

    (Source: mesozils)

     




  8. Thank you, Mannschaft, for this amazing and thrilling World Cup. Thank you for beautiful football, teamgeist and fair-play. 
    Thank you for everything!

    (Source: matshummelss, via matshummelss)

     




  9. unstvlish:

    WELTMEISTER! CHAMPIONS!

    (Source: radtab, via unstvlish)

     




  10. womensweardaily:

    World Cup Trophy Travels With

    Louis Vuitton

    Photo by Courtesy

    Brazil native Gisele Bündchen, who was clad in a thigh-skimming belted blue dress from the Louis Vuitton 2015 cruise collection, placed the trophy on display before the start of the final match, which ended with Germany beating Argentina 1-0. For More

     



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